© DR
Apesar da queda em relação aos últimos meses, um índice maior que 100 é considerado otimista pela ACSP. "O consumidor está mais cauteloso porque a economia não apresentou uma recuperação consistente", avalia o presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), Rogério Amato.
PUB
Na divisão entre classes sociais, a C foi a que registrou maior índice de confiança, atingindo 140 pontos, mas o patamar ficou quatro unidades abaixo do registrado em agosto. Logo depois, vêm as classes D e E, com 126 pontos. Já as classes A e B são as menos otimistas e registraram apenas 125 pontos na escala de confiabilidade.
No levantamento por região, o Norte e o Centro-Oeste lideraram o indicador, com 163 pontos, apesar do considerável declínio em relação a agosto (que detinha 190 pontos). A Região Sul foi a menos otimista, mas foi a única que apresentou alta em relação a setembro: de 126 pontos em agosto subiu para 130 em setembro.
A pesquisa também investigou questões como a situação financeira e empregatícia dos entrevistados. Em setembro, 36% deles se sentiam seguros no emprego. Em agosto, esse porcentual era de 39% e, em setembro de 2012, era de 42%. Já 44% dos entrevistados consideram a própria situação financeira boa, índice apenas 1% inferior ao registrado em agosto de 2013 e 5% abaixo de setembro de 2012. O estudo foi baseado em mil entrevistas domiciliares aplicadas em nove regiões metropolitanas e 70 cidades do interior. A margem de erro é de 3 pontos porcentuais.