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A família de Laura Bertajoni Vicente, 15 anos, morta por febre maculosa, no domingo (29), em Salto (SP), comentaram sobre o caso da adolescente que desafiou até os próprios médicos. A garota ainda passou nove dias internada em estado grave em um hospital da cidade. O tio da vítima, Marcelo Kenjy Motozono, disse que os primeiros sintomas foram fortes dores de cabeça.
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"Achamos que ela poderia ter comido algo e feito mal, mas depois também surgiram as convulsões. Foi muito rápido, nunca vi uma doença tão avassaladora como essa", lamentou Motozono, em entrevista ao G1. A doença é transmitida pelo carrapato-estrela, responsável por destruir o sistema nervoso de Laura.
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Assim que foi internada, a adolescente entrou em coma induzido. Na mesma semana, teve um edema cerebral seguido de um Acidente Vascular Cerebral (AVC). "A gente estava com esperança e achamos que ela não ia morrer, porque começou a desinchar."
O enterro de Laura foi na manhã de ontem (30). Por causa da contaminação, não foi possível a doação de órgãos. "Não pudemos nem dar o coração para dar vida a outro adolescente."